9 09UTC novembro 09UTC 2008
DIARIO 40
DIÁRIO 40
Pessoal… Que final de temporada da Fórmula 1, heim???
Que corrida…
Confesso… SENTI FALTA DO GALVÃO BUENO.
Aquele final dramático narrado por um locutor argentino numa frieza, foi de doer.
Segunda, 03/11/08. Alugamos um carro e ainda na madrugada recebemos no aeroporto a amiga Heloisa de São Luís que passará a semana conosco em Bariloche.
Durante o dia, rodamos pelo centro, conhecemos o porto Pañuelo e o lindo hotel de Llao Llao que representa para Bariloche o mesmo que o Copacabana Palace para o Rio de Janeiro.




Conversamos com os novos vizinhos, João Maria e Maria José. São franceses e estão rodando o mundo num pequeno motorhome.
Terça, 04/11/08. De carro subimos os oito quilômetros de rípio do Serro Otto. Passamos pela estação de ski que fora de temporada, parece uma cidade fantasma.

No topo fica a confeitaria e restaurante giratório onde almoçamos muito bem. A vista da cidade, do lago e das montanhas é magnífica.
O vento muito forte nos fez desistir de encarar o teleférico do Serro Catedral.


À noite, somente uma fondue e muito vinho para combater o frio de oito graus.

Quarta, 05/11/08. O programa de hoje seria um passeio de catamarã pelo lago Nauhuel Huapi, mas a forte ventania e um pouco de chuva, nos fez mudar a programação. Passamos o dia em Villa La Angostura. Lojas, sorvetes, chocolates e novamente almoço no restaurante Loncomilla. Quando soubemos que havia previsão de ventos com mais de 100 km e possibilidade de neve no alto das montanhas, retornamos a Bariloche.


Um fato a lamentar é que os vizinhos franceses tiveram seu motorhome arrombado no centro de Bariloche. Pelo visto é moda. Mais um caso para aumentar as estatísticas.
À noite, uma visita ao pub Wilkenny e depois ao Cassino de Bariloche.

Quinta, 06/11/08. Com menos vento e sem chuvas, nós, Heloisa e os franceses, fizemos o passeio no confortável catamarã Cau Cau pelo lago Nauhuel Huapi.


Valeu cada centavo. São seis horas admirando o verde das águas, as montanhas com seus picos nevados e alimentando as gaivotas no convés.



Caminhamos pela Isla Victória.


Para encerrar, visitamos o bosque de Arrayannes.



Olha nós na TV do catamarã.

À noite um chopp com pizza na Cervejaria Berlina assistindo INTER X BOCA JUNIOR.

_ Chopp artesanal, $ 12.
_ Pizza de javali, $ 38.
_ Ver o INTER vencer o BOCA no meio dos argentinos, NÃO TEM PREÇO.
Sexta, 07/11/08. Vento e chuva novamente. Tentamos visitar o Cerro Catedral, famosa estação de ski, mas os teleféricos estavam fechados devido aos ventos que chegavam a 150 km/h no topo.


Voltamos para o MH e não saímos mais. A chuva entrou pela madrugada.
Sábado, 08/11/08. Além da chuva, nevou no alto das montanhas durante a madrugada dando um novo visual em torno do camping.

Aproveitamos o tempo bom e fizemos um churrasco para os franceses. Cordeiro, naturalmente.


O João Maria é uma figura. Nos cativou com seu excelente bom humor. Ele e a Maria José já viajaram bastante e é difícil achar algum lugar no mundo onde não tenham colocado os pés.
Domingo, 09/11/08. Tentamos novamente subir o Cerro Catedral, mas para nossa surpresa estava fechado em pleno domingo de sol. Seguimos então para o Cerro Campanário, mais baixo que o Catedral, sem neve, porém com uma vista belíssima.






Após devolver o carro para a locadora, desarmamos acampamento, nos despedimos dos franceses e nos dirigimos ao aeroporto onde Heloisa embarcará de volta ao Brasil.
Passaremos a noite no estacionamento do aeroporto e amanhã voltaremos à estrada.
criado por termac
21:07 — Arquivado em: 










































































































Monumento que marca o início da Panamericana.




















































































































































