9 09UTC novembro 09UTC 2008

DIARIO 40

DIÁRIO 40

Pessoal… Que final de temporada da Fórmula 1, heim???
Que corrida…
Confesso… SENTI FALTA DO GALVÃO BUENO.
Aquele final dramático narrado por um locutor argentino numa frieza, foi de doer.

Segunda, 03/11/08. Alugamos um carro e ainda na madrugada recebemos no aeroporto a amiga Heloisa de São Luís que passará a semana conosco em Bariloche.
Durante o dia, rodamos pelo centro, conhecemos o porto Pañuelo e o lindo hotel de Llao Llao que representa para Bariloche o mesmo que o Copacabana Palace para o Rio de Janeiro.

 

Conversamos com os novos vizinhos, João Maria e Maria José. São franceses e estão rodando o mundo num pequeno motorhome.

Terça, 04/11/08. De carro subimos os oito quilômetros de rípio do Serro Otto. Passamos pela estação de ski que fora de temporada, parece uma cidade fantasma.

No topo fica a confeitaria e restaurante giratório onde almoçamos muito bem. A vista da cidade, do lago e das montanhas é magnífica.
O vento muito forte nos fez desistir de encarar o teleférico do Serro Catedral.

À noite, somente uma fondue e muito vinho para combater o frio de oito graus.

Quarta, 05/11/08. O programa de hoje seria um passeio de catamarã pelo lago Nauhuel Huapi, mas a forte ventania e um pouco de chuva, nos fez mudar a programação. Passamos o dia em Villa La Angostura. Lojas, sorvetes, chocolates e novamente almoço no restaurante Loncomilla. Quando soubemos que havia previsão de ventos com mais de 100 km e possibilidade de neve no alto das montanhas, retornamos a Bariloche.

Um fato a lamentar é que os vizinhos franceses tiveram seu motorhome arrombado no centro de Bariloche. Pelo visto é moda. Mais um caso para aumentar as estatísticas.
À noite, uma visita ao pub Wilkenny e depois ao Cassino de Bariloche.

 

Quinta, 06/11/08. Com menos vento e sem chuvas, nós, Heloisa e os franceses, fizemos o passeio no confortável catamarã Cau Cau pelo lago Nauhuel Huapi.

Valeu cada centavo. São seis horas admirando o verde das águas, as montanhas com seus picos nevados e alimentando as gaivotas no convés.

 Caminhamos pela Isla Victória.

Para encerrar, visitamos o bosque de Arrayannes.

Olha nós na TV do catamarã.

À noite um chopp com pizza na Cervejaria Berlina assistindo INTER X BOCA JUNIOR.


_ Chopp artesanal, $ 12.
_ Pizza de javali, $ 38.
_ Ver o INTER vencer o BOCA no meio dos argentinos, NÃO TEM PREÇO.

Sexta, 07/11/08. Vento e chuva novamente. Tentamos visitar o Cerro Catedral, famosa estação de ski, mas os teleféricos estavam fechados devido aos ventos que chegavam a 150 km/h no topo.

 
Voltamos para o MH e não saímos mais. A chuva entrou pela madrugada.

Sábado, 08/11/08. Além da chuva, nevou no alto das montanhas durante a madrugada dando um novo visual em torno do camping.

Aproveitamos o tempo bom e fizemos um churrasco para os franceses. Cordeiro, naturalmente.

O João Maria é uma figura. Nos cativou com seu excelente bom humor. Ele e a Maria José já viajaram bastante e é difícil achar algum lugar no mundo onde não tenham colocado os pés.

Domingo, 09/11/08. Tentamos novamente subir o Cerro Catedral, mas para nossa surpresa estava fechado em pleno domingo de sol. Seguimos então para o Cerro Campanário, mais baixo que o Catedral, sem neve, porém com uma vista belíssima.

Após devolver o carro para a locadora, desarmamos acampamento, nos despedimos dos franceses e nos dirigimos ao aeroporto onde Heloisa embarcará de volta ao Brasil.
Passaremos a noite no estacionamento do aeroporto e amanhã voltaremos à estrada.

criado por termac    21:07 — Arquivado em: Sem categoria

2 02UTC novembro 02UTC 2008

DIARIO 39

Para aqueles que ainda não conhecem ou gostariam de rever a primeira etapa de nossa viagem, é só clicar em:

http://casalnaestrada.blog.terra.com.br

Em sete meses, rodamos mais de dez mil quilômetros do Maranhão ao Rio Grande do Sul.

Segunda, 27/10/08. Como o dia estava ensolarado e rodaríamos pouco, aproveitamos para dar uma geral no MH e após um salmão na brasa, partimos rumo à Argentina.

A paisagem em toda a rodovia é belíssima. Cruzamos novamente a Cordilheira dos Andes ainda com resquícios da nevasca na semana anterior.

A passagem pela aduana foi muito mais simples que imaginávamos. Poderíamos ter trazido toneladas de salmão e mariscos que passaria tranqüilo.

A paisagem continua belíssima após a fronteira.

Pernoitamos no posto YPF na entrada de Villa La Angostura indicado pela Graça e Renato. Tentamos antes o camping UNQUEHUE em frente ao posto e não entendi qual o critério usam para os preços. Pediram-nos 80 pesos quando na semana passada, para o Renato e a Graça, queriam 50. Vai entender…

Terça, 28/10/08. Despedimo-nos do Walter, simpático gerente do posto, e fomos conhecer a pequena e graciosa Villa La Angostura. A mesma rodovia 231 transforma-se na avenida principal onde se concentra algumas galerias, lojas, sorveterias, restaurantes, etc.

Ao redor as montanhas com seus picos ainda nevados. Seguimos ao Porto Angostura no lago Nahuel Huapi e tentamos fazer o passeio de catamarã, mas estavam lotados.

Voltamos ao centro e no restaurante Loncomilla comemos o tão sonhado cordeiro patagônico.

 

Preciso dizer que estava uma delícia?

Retornamos ao posto YPF onde pernoitamos.

Quarta, 29/10/08. O dia ensolarado com temperatura amena foi o convite para uma caminhada pelo Parque Nacional Los Arrayanes.

Em seguida, seguimos para Bariloche, mais uma esperada e sonhada cidade que a princípio era tão distante e agora estava bem ali perto.
O percurso de 80 km contorna o lago Nahuel Hapi, e somente esse visual valeria o dia.

Atravessamos Bariloche pela costaneira e no km 13,5, sentido Llao Llao, chegamos ao camping Petúnia.
O camping localiza-se as margens do lago, possui uma prainha e diversas churrasqueiras espalhadas sob as árvores. Fica a 13 km do centro, mas em frente há um pequeno supermercado, padaria e lavanderia.

Cobraram quinze pesos por pessoa mais cinco pela energia. Total: 35 pesos a diária.

Quinta 30/10/08. De ônibus fomos ao centro de Bariloche.
Nossa primeira impressão foi que Bariloche não é nem melhor, nem pior do que pensávamos. É simplesmente diferente do que imaginávamos. A paisagem é magnífica. Não se cansa de admirar o lago Nahuel Huapi, o verde das árvores e os picos nevados, mas faltaram à cidade o charme de Gramado e o glamour de Campos do Jordão que esperávamos.
Precisamos voltar aqui outra vez em pleno inverno.

Caminhamos pela rua de comércio Bartolomé Mitre, conhecemos o Centro Cívico e a Catedral Nossa Senhora de Nahuel Huapi, almoçamos no restaurante Família Weiss e como muitos outros, descansamos no gramado sob as árvores.

Sexta, 31/10/08. Comemoramos hoje nove meses na estrada. Pela manhã, supermercado e lavanderia. Almoçamos no Rincón Patagônico. Muito bonito o restaurante, mas o cordeiro deixou a desejar.

Curtimos o lindo fim de tarde sentado à beira do lago.

Curiosidades do camping.
_ Cabanas montadas sobre charretes estilo “velho oeste”.
_ Cabanas com teto gramado.

Sábado, 01/11/08. Passamos o dia curtindo o camping, ouvindo músicas brasileiras e fazendo churrasco. Ah se o pessoal do Rincón experimentasse esse cordeiro!!!!!!

Domingo, 02/11/08. Atividades para o dia:
_ Preparar a agenda da semana.
_ Reler as informações sobre a Patagônia.
_ E assistir a Fórmula 1 aqui programada para as cinco da tarde. (VT)

Me despeço desejando uma excelente semana a todos.

criado por termac    11:55 — Arquivado em: Sem categoria

26 26UTC outubro 26UTC 2008

DIARIO 38 PARTE 1

DIÁRIO 38 PARTE 1

Para aqueles que ainda não conhecem ou gostariam de rever a primeira etapa de nossa viagem, é só clicar em:

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Em sete meses, rodamos mais de dez mil quilômetros do Maranhão ao Rio Grande do Sul.

Segunda, 20/10/08. É uma delicia dormir no motorhome ao som da chuva. Mas chuva o tempo todo enche o saco. Ficar confinado em pouco mais de vinte metros quadrado, sem TV, sem internet e sem previsão de melhoras é complicado.

Resolvemos então sair do camping e achar algum local no centro. No domingo paqueramos o estacionamento do restaurante Le Yates e foi um tiro certeiro. Permitiram que ficássemos, deram a senha para internet e só não puderam ceder energia. Tudo bem. Estávamos no centro vendo movimento e no local exato para a foto.

Que foto????
Essa é a razão maior de não termos ido embora ainda.
Explico: desde que iniciamos o planejamento dessa viagem, tínhamos em mente a região dos lagos do Chile e sonhávamos um dia, tirar também uma bela foto do vulcão Osorno e seu reflexo nas águas do lago Llanquihue que tanto víamos nas revistas. Com esse tempo nublado é difícil até de acreditar que tenha um vulcão ali na frente.

Terça, 21/10/08. Mais uma noite de chuva. Pesquisamos na internet a previsão do tempo para os próximos dias e o resultado foi desanimador. Chuva, chuva e mais chuva. Tomamos a decisão do “já que”: “já que” estamos aqui, vamos assim mesmo.
Seguimos em direção a Ensenada. São 45 km margeando o lago Llanquihue e como por um milagre o sol começou a brilhar deixando a estrada mais linda. A cada instante que o vulcão Osorno ameaçava aparecer, parávamos para fotografar.

Em Ensenada uma placa indicava a subida para o vulcão. Como era asfalto, fomos subindo devagar na estreita e sinuosa pista. Chegando a um mirante, estacionamos, preparamos o almoço e quando deitamos para uma cochilada, vi pela janela que estava nevando.

Pulamos da cama e feito crianças, corremos para fora do MH. Foi a primeira vez que vimos neve caindo do céu. Bem fininha, mas era neve. Na esperança de uma nevasca maior, subimos mais um pouco.

A neve já não caía mais, mas o visual era deslumbrante.

Empolgados, subimos mais ainda. Passamos por um pequeno “caracoles” e na base do teleférico onde termina o asfalto, cometi uma cagada. Mas uma senhora cagada.

Sabe como é: garoto experto… 45 anos de praia… sabe tudo de neve… estacionei onde??? Isso mesmo, sobre a neve.

Desce do carro, contempla-se o local, bate-se muitas fotos, emoção nas alturas.

 Na hora de partir, quem disse que o MH saía do lugar????Patinava, patinava e nada. Uma lisa lâmina de gelo se formara sob os pneus. Dois motoristas de vans que estavam no local começaram a empurrar e deslizando como no sabão, o MH foi mudando de posição. Quando tudo parecia resolvido, eis que afundou de vez na lama sob a neve. Afundou tanto que achei que olharia as lavas do vulcão (brincadeira). Pessoal a coisa foi séria. A adrenalina foi a mil. Passar a noite ali não era uma boa idéia.
Chegou uma camionete limpa-neve. Mesmo com cara de poucos amigos, o operador tentou nos puxar, mas o MH nem se mexeu. Veio então um trator. Arrebentou uma corda, arrebentou a segunda, arrebentou uma corrente e na segunda corrente conseguimos sair do sufoco.
Na hora não senti frio e somente algum tempo depois é que senti, ou melhor, percebi que não sentia as pontas dos dedos das mãos e dos pés.
Fotos???? Na tensão, nem lembramos, mas foi um prato cheio para dezenas de turistas que acompanharam o resgate.
Santo Expedito, te devo mais essa.

Seguimos então para Petrohué. No caminho entramos para ver os Saltos Del Petrohué.

Linda, linda, linda a cor da água. Vários tons de verde, predominando o esmeralda.

Conhecemos o gaúcho gremista Cristian. De férias, viajava sozinho pelo Chile.

Mais uma vez o camping indicado pelo guia estava fechado. Sem gastar um tostão, pernoitamos num grande estacionamento ao lado do camping e em frente ao lago Todos Los Santos.

 

continua…

criado por termac    18:35 — Arquivado em: Sem categoria

DIARIO 38 PARTE 2

continuação

DIÁRIO 38 PARTE 2

 

Quarta, 22/10/08. O local é lindo. O lago esverdeado rodeado de altas montanhas e o Osorno a nossa esquerda. Não dá vontade de ir embora.

 
Voltamos ao estacionamento do restaurante Le Yates em Puerto Varas. Pretendíamos almoçar, usar a internet, tirar a tão desejada foto e seguir para Frutillar.
A chuva no caminho minou as esperanças da foto. Muito nublado, nem víamos a outra margem do lago, quem dirá o vulcão. Já conformado e planejando sair logo após o almoço, surgiu uma nova esperança: mal acabara de estacionar o MH, o Juan Ramiro, funcionário do restaurante, perguntou se precisávamos de água e luz. Resultado: ficaremos mais uma noite aqui e quem sabe amanhã??????

Quinta, 23/10/08. Dedos cruzados ao abrir as cortinas e??????….Tudo nublado.
Ééé….temos de seguir viagem.
Somente seis km rodados na ruta 5, paga-se pedágio para entrar na cidade de Llanquihue. Cidade minúscula com nada a ressaltar. Mais 14 km na ruta 5 até Frutillar e pedágio novamente.
Frutillar sim nos encantou. Pacata, uma costaneira bonita e bem cuidada, construções estilo alemã e a melhor vista (se as nuvens deixarem) do vulcão Osorno.

Não foi surpresa chegar ao camping indicado no guia como “aberto o ano todo” e encontrá-lo fechado. Voltamos à costaneira e estacionamos em frente à prefeitura.

Nada de vulcão. Somente nuvens.

Almoçamos no Guten-Apettit e encontramos alguns simpáticos brasileiros.

Sexta, 24/10/08. Não sei por qual motivo acordamos cedo hoje. As seis e quinze, mal começara clarear o dia, estávamos de pé e quando abri as cortinas, lá estava ele, imponente sobre as nuvens, pedindo para ser fotografado.

De pijamas corri para fora do MH e comecei a clicar.

O frio de 8 graus me fez voltar logo para casa e pela janela continuamos a admirá-lo.

 Não duraram vinte minutos a exposição e rapidamente o Osorno voltou a se esconder por detrás das nuvens.
Valeu… sairemos do Chile extasiados.
Seguimos em direção a Bariloche. Optamos rodar por uma estrada secundária até Osorno (cidade) e não pela ruta 5. Feliz escolha. É uma região muito bonita de fazendas. Os pomares de maçã, pêssego e ameixas estão floridos.

Entramos nas Termas de Puyehue e gostamos. Decidimos tirar “umas férias” de três dias.
Encerramos o dia recebendo a visita do Jake e do Tomas (americanos) e Sophia (inglesa), vizinhos no camping. São três jovens já formados que trabalham alguns meses e com a grana recebida viajam pelo mundo. Papo vai papo vem, uma coincidência. Os americanos são de Grand Rapids, cidade que nosso filho morou por um ano e mais coincidente ainda; estudaram na mesma escola. Adoraram a caipirinha e assistindo a um DVD, decidiram que vão conhecer os lençóis Maranhenses.

Sábado, 25/10/08. As Termas de Puyehue fica o parque de mesmo nome e são um complexo de restaurante, cabanas, camping, águas quentes e algumas trilhas para caminhadas.

Pagamos oito mil a diária do camping e paga-se a parte o uso das piscinas.

Domingo, 26/10/08. Acordamos dispostos e fizemos uma trilha de 1800 m por dentro da mata até um mirante com uma belíssima vista do parque.

Um banho relaxante nas águas termais.

Estamos nos despedindo do Chile, esse país fantástico e de formato esquisito. São 4000 km de comprimento por 180 km em média de largura. Uma grande parte é deserto, outra gelo. Possui 2084 vulcões cadastrados (alguns ainda ativos), terremotos vez por outra, passou por um período de ditadura militar e mesmo assim seu povo é alegre e muito receptivo (principalmente com brasileiros, segundo eles próprios).

Até breve, Chile.

criado por termac    17:54 — Arquivado em: Sem categoria

20 20UTC outubro 20UTC 2008

DIARIO 37 PARTE 1

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Em sete meses, rodamos mais de dez mil quilômetros do Maranhão ao Rio Grande do Sul.

DIÁRIO 37 PARTE 1

Segunda, 13/10/08. Convictos que encontraríamos novamente o Renato e a Graça, trocamos um “até logo”. Eles seguiram para a Ilha de Chiloé ao sul, e nós a oeste até Valdivia.
Valdivia é uma cidade bonita e o movimento maior se concentra as margens do rio do mesmo nome. Demoramos muito tempo para conseguir estacionamento. Caminhamos pela costaneira, ficamos um bom tempo observando os lobos marinhos próximo ao mercado, compramos mariscos frescos e almoçamos num pequeno restaurante na entrada do mercado de artesanatos. Não demos sorte na escolha do restaurante.

Sem ter onde pernoitar, deixamos de conhecer a Cervejaria Kuntsmann e tocamos para frente. O dia nublado não permitiu visualizarmos o vulcão Osorno. Chegamos a Puerto Montt no fim da tarde bem na hora do rush e o posto COPEC em que pensávamos pernoitar estava lotado de caminhões. Rodando a esmo pela cidade (não sei se pelo horário, muito complicado dirigir) encontramos outro COPEC que permitiu o pernoite, mas sem água e luz.
Esse foi um dia em que as coisas não saíram como gostaríamos. É a vida. Faz parte.

Terça, 14/10/08. Com o dia ainda muito nublado, resolvemos seguir viagem para ilha de Chiloé e deixar para conhecer Puerto Montt e arredores somente quando voltarmos.
São 60 km até Pargua onde atravessamos de balsa (ferry) a Chacao, Ilha de Chiloé.

Chiloé é cortada de norte a sul pela rodovia Panamericana (200km). Possui algumas pequenas cidades e povoados chamando a atenção para as construções. Tudo de madeira. Casas, comércios, igrejas, hotéis, etc.

Procurando um restaurante em Acud, cruzamos (pura coincidência) com o Renato e a Graça. Não imaginava que nos reencontraríamos tão rápido. Fizemos meia volta e juntos seguimos para o sul da ilha, Quellón.

Quellón não é uma cidade bonita. Ruas e calçadas esburacadas e muita poeira, mas é aqui que termina (ou inicia) a ruta Panamericana que corta as Américas até o Alaska.

Monumento que marca o início da Panamericana.

Tem uma maravilhosa vista do vulcão Corcovado e da fumaça que ainda sai do vulcão Chaitén que entrou em erupção há alguns meses.

Descobrimos o camping Millaguen (cinco mil pesos a diária). Bem cuidado, churrasqueiras, uma vista maravilhosa da baía e ainda wi-fi.

À noite, lua cheia, o Renato preparou um delicioso salmão na brasa. Muito papo e muito vinho, não sentimos as horas passarem.

Quarta, 15/10/08. Tempo bom, curtimos o camping, um risoto básico, passeamos pelo centro, tiramos muitas fotos, alguma leitura, internet e boa noite que amanhã tem mais.

Quinta, 16/10/08. Desarmamos o acampamento e com a bússola apontando para o norte, seguimos até Castro, capital de Chiloé. Mas antes uma rápida parada para a troca de uma lâmpada do farol. Rápida??????????? Paramos numa oficina e após tentar me fazer entender num portunhol de quinta, o mecânico Miguel disse que poderia falar em português já que ele morou seis anos no Brasil. Sentimos-nos em casa. A atenção dispensada por ele e pelo proprietário Javier foi ímpar.

Javier, um figuraça, queria saber tudo de motorhome e do Brasil e não nos deixava seguir viagem. Ficou encantado com os Lençóis Maranhenses. Resultado: duas horas para trocarmos uma lâmpada. Valeu Javier, foi muito bom conhecê-lo.

Almoçamos no restaurante El Trébol em Chonchi. Boa comida e bela vista para a baía.

Em Castro fizemos aquele básico: caminhar pelo centro, praça, visitar a igreja e o mercado. Interessante as palafitas coloridas.

O camping indicado no guia estava fechado. Seguimos em direção a Dalcahue.

 Achamos o camping Bordemar (cinco mil pesos) onde fomos bem recebidos pela dona Magali. O camping é simples, fica na beira de um penhasco e tem uma vista maravilhosa.

continua…

criado por termac    17:47 — Arquivado em: Sem categoria

DIARIO 37 PARTE 2

DIÁRIO 37 PARTE 2

continuação…

Sexta, 17/10/08. Após um rápido reconhecimento na cidade de Dalcahue, seguimos adiante. O visual durante o percurso é lindo.

Almoço de primeira no charmoso restaurante Kuranton em Ancud.

Conhecemos o caminhoneiro Juan colecionador de canetas e moedas que ganha dos turistas.

Atravessamos a balsa e agora com o céu limpo ficamos deslumbrados com a beleza dos vulcões Osorno e Cabulco.

 
Entramos em Puerto Mont pela costaneira e acampamos no camping La Paredes (oito mil pesos).
Tivemos uma noite muito agradável. Renato preparou uma especialidade sua: coxa de peru na brasa com uma massa deliciosa que não posso revelar o segredo. Ao som de músicas gaúchas e muito vinho, só nos recolhemos quando ninguém mais agüentava o frio.

Sábado, 18/10/08. Tempo maluco esse. Ontem céu claro, hoje nublado e fina garoa. Mudança de planos então. Como o vulcão sumiu, deixamos de lado o city-tour e fomos até o mercado num ônibus caindo aos pedaços. Rimos muito da situação.

Pessoal, aí vai a dica: para quem quer comprar peixes e mariscos, vá ao mercado de Puerto Mont. É o melhor de todos que vimos até agora. Fica-se maluco com tantas opções.

 Há também vários restaurantes.

De volta ao camping carregados de sacolas, seguimos de MH a Puerto Varas e estamos no lindo camping Playa Harmosa (sete mil pesos) em frente ao lago Llanquihue que mais parece um oceano de tão grande.
À noite, o vento gelado nos obrigou a ficar dentro de casa jogando uma canastra.

Domingo, 19/10/08. Pegamos uma carona com o Renato e a Graça até o centro de Puerto Varas e então chegou a hora triste das despedidas. Com o coração apertadinho trocamos um forte abraço. Eles seguem para Buenos Aires e nós continuamos o nosso sonho. Boa viagem amigos. Com a graça de Deus, nos veremos em Floripa.
Com o clima bem londrino (frio, escuro e chuvoso), sentimos que Puerto Varas é uma cidade bem graciosa. Somente pelos cartões postais é que vemos a linda imagem do Vulcão Osorno do outro lado do lago.

Fantástico observar a facilidade dos pescadores tirando salmão do lago.

Sentamos no Caffé El Barista com acesso a internet e como o tempo não dava sinal de melhoras, voltamos para casa.

Choveu o resto do dia/noite e sentíamos um enorme vazio com a ausência dos parceiro Renato e Graça.

Valeu pessoal, boa semana a todos e até a próxima.

criado por termac    17:25 — Arquivado em: Sem categoria

12 12UTC outubro 12UTC 2008

DIARIO 36 PARTE 1

Para aqueles que ainda não conhecem ou gostariam de rever a primeira etapa de nossa viagem, é só clicar em:

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Em sete meses, rodamos mais de dez mil quilômetros do Maranhão ao Rio Grande do Sul.

DIÁRIO 36 PARTE 1

Segunda, 06/10/08. Pulamos da cama bem cedo. Agradecemos ao Carlos e Helga a acolhida e os dias que passamos juntos e enquanto eles saiam para o trabalho, nós pegávamos a estrada.
Desta vez atravessamos Santiago sem erro. Pela ruta 5, espinha dorsal que liga o Chile de norte a sul, seguimos sentido sul.

Não tínhamos a menor idéia de onde pararíamos para dormir. Com as Cordilheiras sempre à esquerda, dirigia calmamente observando a paisagem e grato a Deus pelo privilégio de estarmos ali naquele momento.
Em San Fernando, saímos da ruta 5 e pegamos a rota do vinho até Santa Cruz. Por conta própria, conhecemos algumas vinícolas, compramos vinhos e retornamos à ruta 5 mais abaixo em Curicó.

Após alguns meses sem uso, ligamos o ar condicionado devido ao calor que fez à tarde.
Dormimos no COPEC de Talca com água e luz. Preparamos para o jantar, ostiones (vieiras) ao vinho e azeite picante.

Terça, 07/10/08. Saímos da ruta 5 em Chillán e rodamos 80 km no em direção às Cordilheiras até as Termas de Chillán.

Os seis últimos km são de rípio e não havia essa informação no mapa. Decepção: chegamos atrasados. A temporada de inverno já está encerrada. As termas, o camping e várias cabanas (pousadas) estão fechadas. Parecia uma cidade fantasma e totalmente diferente das fotos que nos fizeram ir até lá. Muita poeira e lama formada pela neve derretida.

Movimento somente de dois ônibus estacionados em frete ao cassino. Retornamos os seis km de rípio e pernoitamos num grande terreno que não sei se podemos chamar de camping, mas com água e luz. e segurança. Pagamos cinco mil pesos.

Menu do jantar: filé ao molho de cogumelos e aspargos frescos.

Quarta, 08/10/08. Voltamos a Chillán e visitamos o mercado de artesanatos, provamos o pastel de choclo (não gostamos) e conhecemos a cruz de 36 metros de altura erguida em homenagem aos trinta mil mortos no terremoto de 1939.

Pernoitamos no posto COPEC 25 km antes de Temuco.

Quinta, 09/10/08. Seguindo a dica do “Rough Guide- Chile”, conhecemos o Mercado Municipal de Temuco, construído em 1929 e considerado um dos melhores do país. Realmente é bonito, limpo, com muito artesanato e vários restaurantes. Provamos o picoroco, um marisco novo para nós e repetimos o loco, esse sim, muito gostoso.

Sem avisar, fomos ao encontro do Renato e da Graça, de Floripa que também estão viajando de MH ( http://gracita-sowen.blogspot.com ). Eles haviam passado um email que estavam em Pucón no CAMPING PARQUE LA POZA na entrada da cidade. Foi uma surpresa ao nos ver chegando e para nós, uma felicidade enorme reencontrar pessoas tão queridas.

Pucón é uma graça. Ar jovial, restaurantes de madeira e vidro, um grande (gigantesco) lago com praias de areia escura e uma vista deslumbrante do vulcão Villarica.

Continua…

criado por termac    20:47 — Arquivado em: Sem categoria

DIARIO 36 PARTE 2

DIARIO 36 PARTE 2

continuação

O camping foi uma grande descoberta do Renato/Graça. Muito bem localizado. Fica à esquerda de quem chega a Pucón e a duas quadras do centro. Além de mesas sob as árvores, é cortado por um córrego de águas cristalinas.

À noite, queijos e vinhos no MH do Renato/Graça. Mas antes, um brinde com um pisco sour feito pelo Renato, que na ida ao Peru, se tornou um expert na preparação da bebida.

Sexta, 10/10/08. SENSACIONAL o dia de hoje. Primeiro porque comemoramos um ano da chegada do nosso motorhome a São Luis (parece que foi ontem). Segundo, participamos de uma aventura fantástica.

Através da agência POLITUR, subimos o vulcão Villarica.

Pontualmente 6:45 h, a van nos aguardava no camping. O dia amanheceu com muita neblina, mas havia a possibilidade do sol brilhar acima das nuvens.

Para chegar até a cratera (2840 m de altura) leva-se de cinco a sete horas e para descer, mais três.

Após um trecho de teleférico, todos equipados, começamos a caminhada. Éramos nós, o Renato e a Graça, um casal francês e dois guias nota 10. Ricardo e Rodolfo.

No inicio foi uma festa. Neve fofa e limpa, todos sorridentes e caminhando juntos.

Com o passar do tempo a coisa foi ficando feia. Vento gelado, o peso enorme da mochila, das roupas, das botas, dos equipamentos e principalmente o peso da minha barriga, tornava a caminhada desgastante. A Graça desistiu e voltou para a cafeteria e nós seguimos adiante.

 

No trecho em que a neve chegava quase à altura dos joelhos, uma voz dentro da minha cabeça gritava: “PEDE PRA SAIR…PEDE PRA SAIR…PEDE PRA SAIR…”

Chegando num ponto de apoio, atendi a voz e desisti. O Renato acompanhou minha decisão e Andréa que agüentaria mais um pouco, achou por bem parar também. Abrimos um vinho para comemorar o feito, recuperamos o fôlego e iniciamos a descida.

No final, uma gostosa escorregada de ski-bunda.

Se é que serve de consolo, a forte neblina não permitiu nenhum grupo chegar ao topo.

À noite a chuva impediu que saíssemos para jantar e exaustos, apagamos.

Sábado, 11/10/08. Curtimos o camping. Churrasco, vinho e muito bate-papo. À noite caminhamos pela cidade e jantamos no El Fuego.

Domingo, 12/10/08. Apesar do sol, fez frio hoje. Desarmamos o acampamento e após o almoço partimos. O Renato/Graça seguiram direto para ruta 5 e nós demos uma volta em Villarica e na pequena e Lican Ray.

No momento estamos estacionados lado a lado no COPEC de Loncoche.

Ficamos por aqui desejando uma excelente semana a todos.

criado por termac    20:15 — Arquivado em: Sem categoria

5 05UTC outubro 05UTC 2008

DIARIO 35

DIÁRIO 35

Domingo, 28/09/08. Sol forte, vento frio e mar gelado. Assim estava o clima do domingão.

Passeamos pela orla e depois de ônibus fomos até Con-Con (10 km de Viña) considerada a capital chilena da gastronomia de mariscos. Atiramos no escuro e acertamos o alvo. Dos vários restaurantes o La Gatita nos pareceu o mais simpático. Com uma linda vista para o mar, comemos uma variedade enorme de mariscos. Na saída, constatamos que era o único restaurante com fila para entrar.

Fim de tarde, fomos ao shopping e pude acompanhar pela internet a goleada do INTER (4 x 1) sobre o GREMIO. Dá-lhe colorado.
O Café Gatsby virou nosso point. Além do bom papo e de muitas dicas sobre o Chile, o gerente Luís nos disponibilizou a senha para navegarmos na internet.

Segunda, 29/09/08. Fizemos uma espécie de city-tour a pé em Viña. Caminhamos pelas principais ruas, avenidas, praças e galerias.

Viña Del Mar é uma cidade moderna, edifícios bonitos, grandes avenidas e fácil de andar. Visitamos o Cassino Municipal, mas deixamos para entrar outro dia.

Tarde/noite, batemos o ponto no Café Gatsby.

Terça, 30/09/08. Mais um city-tour a pé, agora em Valparaiso. Descemos do ônibus (9 km) no Muelle Prat, pegamos um mapa no centro de informações turísticas, escolhemos uma rota e gastamos sola de sapato.

Apesar de estar colado a Viña, Valparaiso é totalmente diferente. Cidade portuária, as ruas são estreitas, os prédios antigos e muitas casinhas coloridas. Achamos a cidade muito suja, mas tem o seu charme. Subimos o Ascensor (funicular) Artillería, construído em 1893, e no topo temos a melhor vista da cidade. Pena o dia nublado.

Pretendíamos almoçar na Caleta El Membrillo, local onde os barcos de pesca descarregam os peixes e mariscos. Não sentimos confiança no que vimos. Tomamos um ônibus e em trinta minutos estávamos novamente no La Gatita em Con-Con. Casa cheia e mais uma vez tudo delicioso.

 

À noite ajudamos os cofres da prefeitura de Viña Del Mar. Fomos ao Cassino Municipal, tentamos a roleta e os caça-níqueis e não ganhamos nada. Mesmo assim foi uma noite muito divertida.

Quarta, 01/10/09. Entramos em outubro. Completamos oito meses de estrada. Tão pensando que é só diversão e lazer????? Nada disso. Hoje, por exemplo, o dia foi dedicado aos cuidados com a casa e o carro. Limpeza por dentro e por fora, supermercado, roupa na lavanderia e preparação para sairmos amanhã. Não impediu, porém, uma pequena fuga para as despedidas dos mariscos no La Gatita.

Quinta, 02/10/08. Até Santiago são uns 130 km pela ruta 68, uma autopista bem tranqüila.

Almoçamos num posto COPEC próximo ao aeroporto. Aceitamos o convite de pousar na casa do casal de chilenos Claudio e Helga que conhecemos em Mendoza. Santiago é uma cidade com mais de cinco milhões de habitantes e achamos por bem priorizar a segurança. Eles moram nos arredores da cidade de forma que teríamos que seguir pelo anel viário. Quem disse que achamos o tal anel. Eram tantas saídas, tantos viadutos, quando vimos já estávamos quase no centro. Um telefonema para o Claudio e pouco tempo depois já estávamos tomando um vinho na bela casa do casal. Carlos trabalha em uma empresa com filiais no Brasil e seguidamente está no nosso país.

Sexta, 03/10/08. No caminho para o trabalho, a Helga nos deixou em uma estação de metrô e de lá seguimos para o centro de Santiago. Apesar de cidade grande, é limpa, as praças e os jardins bem cuidados e os prédios antigos bem conservados.

Somente ônibus e carros novos. Conhecemos o Palácio de La Moneda, Praças das Armas, a lindíssima Catedral e o Mercado Central onde almoçamos no restaurante Donde Augusto.

Alguns garçons falam português. Bandeiras do Brasil espalhadas e algumas camisas de times de futebol. A do Inter estava lá. Ambiente e atendimento de primeira, um pisco sur gostoso, mas os mariscos e os preços de Con-Con estavam melhores.

 Fim de tarde no local marcado, o Carlos nos trouxe para casa.

Sábado, 04/10/08. Apesar da fria madrugada, o sol apareceu forte. Preparamos um risoto de fungi chileno autêntico comprado no mercado para o Claudio, o irmão Gonçalo e a Helga. Fim de tarde fomos a um churrasco (parrilla) na casa do Jorge e Paola, amigos do casal. Nos divertimos muito com as estórias contadas num bom portunhol.

Valeu pessoal. Uma boa semana a todos.

criado por termac    13:33 — Arquivado em: Sem categoria

27 27UTC setembro 27UTC 2008

DIARIO 34 parte 2

Para aqueles que ainda não conhecem ou gostariam de rever a primeira etapa de nossa viagem, é só clicar em:

http://casalnaestrada.blog.terra.com.br

Em sete meses, rodamos mais de dez mil quilômetros do Maranhão ao Rio Grande do Sul.

DIÁRIO 34 parte 2

Quinta, 25/09/08. Hoje foi o dia de visitarmos as vinícolas, aqui chamadas de bodegas. Ficamos surpresos ao saber que somente em Mendoza existem quase 1200 bodegas. Conhecemos duas. No grupo estavam o casal gaúcho Pierângelo e Laura, os chilenos Mauricio e o sogro Cláudio e novamente o casal de Brasília Rodrigo e Rayane.

 

Conhecemos a bodega Família Rudini e depois a Zuccardi, fabricante dos vinhos Santa Júlia. O almoço na cantina da Zuccardi foi sensacional. Tudo gostoso e muito vinho, é claro.

Encontramos-nos novamente à noite na Winery, loja de vinho muito fina que possui um bar anexo. Agora conosco o casal americano Don e Monica. Comemoramos as novas amizades e a despedidas, já que todos partiriam no dia seguinte. Fechamos o dia com chave de ouro bebendo a saideira no hotel que estavam o Don e a Monica.

Na saída uma feliz coincidência. Encontramos parte do grupo de estudantes que estava conosco no passeio das montanhas.

Sexta, 26/09/08. Com muita saudade, partimos de Mendoza. Visitamos ainda a bodega Catena Zapata com sua construção na forma de pirâmide Inca. Mais umas garrafinhas dentro das tulhas (bagageiro).

Pela ruta 7 seguimos em direção ao Chile. A emoção tomou conta de mim. Atravessar a Cordilheira dos Andes dirigindo o MH é fantástico. Ao som de Zé Ramalho, as lágrimas escorriam pelo rosto.

Atravessamos os 3 km do túnel Cristo Redentor, divisa Argentina-Chile.

Levamos uma hora e meia para fazer a imigração e então chegou o grande momento: Descer os famosos caracoles. A neve já derretendo deixava boa parte do asfalto molhado, mas tudo tranqüilo.

Pernoitamos num posto COPEC em Rio Blanco, alguns quilômetros após os caracoles.

Sábado, 27/09/08. Com a bússola apontando direção oeste, deixamos as montanhas para trás até encontrar o oceano Pacífico.

 Não achamos o estacionamento que nos fora indicado em Con-Con. Seguimos então por uma avenida a beira mar que lembra a av. Niemayer no Rio de Janeiro. Do alto de um mirante se vê Viña Del Mar e Valparaiso.

Passando por Viña, avistamos um grande Posto Esso do outro lado. Retornamos e por dez mil pesos chilenos a diária (mais ou menos R$ 35,00), estamos instalados com água, luz e segurança de frente para o mar e a duas quadras do shopping Mall de Viña del Mar.

Com muita fome, pegamos um taxi e seguimos para o Mercado Municipal. Na Marisqueria Silvana, dentro do mercado, experimentamos uma variedade enorme de mariscos. Alguns que nem imaginávamos que existiam. Andréa anotou o nome de alguns: Ostiones, choristos, almejas, pilri, jaiva, cholga.

Cometi um erro imperdoável. Esqueci a máquina fotográfica.
Só há uma solução: teremos de repetir o programa. hahaha.

criado por termac    22:09 — Arquivado em: Sem categoria
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